O porto estava cheio. Era dia de descarregar as mercadorias vindas do Oriente. Homens grosseiros e malcheirosos assoviavam e voltavam seus olhares para ela. Ela não se importava.
De longe observava o navio de carga, o das cinco e meia como havia lhe dito Orfeu.
A medida que o navio de aproximava suas mãos tornavam-se cada vez mais gélidas e trêmulas, seus olhos verdes tão claros pareciam uma imensa planície de gramíneas alaga por uma torrente chuva. Aquele navio era sua última esperança.
As cachos de cabelos louro-acinzentado desvaziam-se no vento forte, e ela sentia que não aguentaria mais um dia de vida se não tivesse noticias dele.
Foram cinco longos anos, os mais longos possiveis. Incansáveis, deprimentes.
Seu coração ia descompassado. O navio ancorou. Ela quis se aproximar, mas permaneceu imovel. Seu olhar angustiado o procurava, " Por favor Meu Deus, não faça isso comigo!", ela pensava em meio toda aquela agonia que parecia infindável.
Então, ela vê saindo do barco, um homem alto, sujo, muito magro, carregando uma trouxa, cabisbaixo, com um andar muito lento e manco.
Foi quando ele ergueu seu olhar e sorriu. Aquele sorriso! Ah, aquele sorriso era inconfundível, aquele olhar expressivo...
Ela quase não se aguentava de felicidade. Ele parou de andar, respirou fundo, mal podia acreditar no que seus olhos viam.
" Ilena!!!" disse abrindo os braços.
Ela correu em direção ao abraço dele.
" Meu amado, meu amor, Gabriel você está vivo! Santo Deus, obrigada Meu Pai!!!"
Lágrimas de felicidade rolavam pela face de ambos. Abraçaram-se com tanta força que pareciam que nunca mais iriam sair daquele abraço.
Ela olhou ternamente em seus olhos.
" Meu Amor, quase não o reconheci, Oh Deus, o que fizeram com você! Você está tão magro, está ferido, sua perna, o que..."
" Ilena, meu amor, estou vivo! Estou aqui! Nada importa! Estou aqui com você! Nem posso acreditar, tinha perdido minhas esperanças naquele lugar horrendo, mas cada vez que me lembrava de seus olhos, de seu rosto, eu sentia um sopro de vida em meu peito! Ah Ilena, tanto eu chorei pensando que nunca mais iriamos nos ver! Mas Deus é bondoso, olhe! Estamos aqui! Eu te amo Ilena, e nunca mais vamos nos separar, nada vai nos separar meu amor, nem a guerra nem nada!"
Ilena não conseguia pronunciar nenhuma palavra, era só felicidade e amor.
Respirando fundo, limpando as lágrimas ela sorriu.
" Vladmir jurou que iria te ajudar, como ele conseguiu?"
" Meu Amor, foi muito dificil, fui colocado dentro de uma enorme caixa cheia de batatas, aliás, devo estar fedendo! Mas no meio da viagem os marujos me ajudaram, foram muito bons comigo! Graças a eles não morri de febre!"
Ilena tinha os olhos angustiados de pensar em tudo que Gabriel havia passado naquele campo de batalha. Ela quis chorar mas ele abraçou-a.
" Vamos Meu Amor, Minha Linda, não fique assim, passou. Agora vamos pra aldeia, onde é nosso lugar!"
" Não há mais trem agora meu amor, eu consegui um quarto pra nós numa pensão, mas tive que dizer que somos casados!" Ela sorriu.
" E em breve seremos oficialmente! Ilena, eu não sei viver sem você!"
" Nem eu sem você, Minha Vida! Agora vamos, você precisa descansar e tomar um banho!" ela riu.
" Uma banho, era a segunda coisa que eu mis desejava depois de você!"
Eles riram.
Finalmente a felicidade voltara a reinar nos corações de Ilena e Gabriel. Depois de muita tormenta, guerra, medo, saudades, ausência, Deus os unira mais uma vez, e dessa vez era pra sempre!
segunda-feira, 10 de novembro de 2008
terça-feira, 4 de novembro de 2008
19/07/62 - Elis
Elis, há quanto tempo você não escreve nesse diário?!
Nem acredito, estou aqui de novo, com a minha letra gorda e redonda, o meu cigarro importado, bebendo qualquer coisa que não tenha alcool para simplesmente escrever...
Estive lendo minhas crônicas e devo confessar, ri, chorei, me emocionei e cheguei a conclusão que até teria futuro no ramo literário, sim, por que não? Já me imagino recebendo mil e um prêmios na Academia Brasi.... ah vamos com calma isso é apenas um diária que tia Zoraide trouxe-me da França, e eu diria o segundo presente mais útil, e o primeiro... não me lembro... mas deve ter tido outro mais legal...
Será?
Nossa, tenho mil idéias na cabeça nem sei por onde começar, sei que quando a gente fica muito tempo sme escrever fica assim, meio zonza, cheia de coisas na cabeça, mil imagens e letras, querendo por tudo numa linha só e na verdade, não poe nada.
Mamãe me disse, Elis, porque você não faz Moda e vai morar com Tia Zilda em Paris, é a sua cara!
Ora, ela me disse isso porque ela acha que todas as pessoas em Paris são fumantes, assim como eu!
Na verdade, tive uma idéia, assim, eu, talvez, ou melhor, eu vou escrever uma lista de metas nesse diário e a primeira será largar o cigarro....
Vamos lá
Lista de Metas de Elis ( quanta cafonice)
- Largar o cigarro
- escrever mais
- aprender a cozinhar como tia Margarida
- casar tarde ( isso não será dificil para meu humor insuportavelmente chato)
- voltar a tocar piano
- ir para França
-
-
-
-
o resto eu completo depois...
- completar a lista de metas....
Acho que já está bom por hoje... Só o fato de ter tirado uma pequenina parte de zilhões de palavras e idéias que rondavam minha cabeça é o suficiente....
Bom " querido diário", ah essa foi demais, bom, que seja, até mais...
Um beijo da Elis
Nem acredito, estou aqui de novo, com a minha letra gorda e redonda, o meu cigarro importado, bebendo qualquer coisa que não tenha alcool para simplesmente escrever...
Estive lendo minhas crônicas e devo confessar, ri, chorei, me emocionei e cheguei a conclusão que até teria futuro no ramo literário, sim, por que não? Já me imagino recebendo mil e um prêmios na Academia Brasi.... ah vamos com calma isso é apenas um diária que tia Zoraide trouxe-me da França, e eu diria o segundo presente mais útil, e o primeiro... não me lembro... mas deve ter tido outro mais legal...
Será?
Nossa, tenho mil idéias na cabeça nem sei por onde começar, sei que quando a gente fica muito tempo sme escrever fica assim, meio zonza, cheia de coisas na cabeça, mil imagens e letras, querendo por tudo numa linha só e na verdade, não poe nada.
Mamãe me disse, Elis, porque você não faz Moda e vai morar com Tia Zilda em Paris, é a sua cara!
Ora, ela me disse isso porque ela acha que todas as pessoas em Paris são fumantes, assim como eu!
Na verdade, tive uma idéia, assim, eu, talvez, ou melhor, eu vou escrever uma lista de metas nesse diário e a primeira será largar o cigarro....
Vamos lá
Lista de Metas de Elis ( quanta cafonice)
- Largar o cigarro
- escrever mais
- aprender a cozinhar como tia Margarida
- casar tarde ( isso não será dificil para meu humor insuportavelmente chato)
- voltar a tocar piano
- ir para França
-
-
-
-
o resto eu completo depois...
- completar a lista de metas....
Acho que já está bom por hoje... Só o fato de ter tirado uma pequenina parte de zilhões de palavras e idéias que rondavam minha cabeça é o suficiente....
Bom " querido diário", ah essa foi demais, bom, que seja, até mais...
Um beijo da Elis
quarta-feira, 22 de outubro de 2008
Despreendimento....

Somos ensinados desde pequenos sobre o valor de amor, mas a medida que crescemos cada um adota para si o melhor jeito de amar.
Para alguns, amar é ter um companheiro, para outros, amar é ter alguém para fazer sexo, para outros amar é ter alguém com quem compartilhar somente momentos felizes, existem aqueles que acreditam que amar é ter alguém pra aguentar as nossas crises, ou também aqueles que dizem que amar é ter alguém para inflar o ego e fazer nossa vontade. E ainda, existem aqueles que acreditam que amar é ter alguem como posse, como algo que se possa controlar.
Existe uma linha muito tênue que distingue amor de obsessão.
Quando crianças, descobrimos que não existem tão somente nossos pais e nossas mães, mas sim as mães e os pais de nossos coleguinhas. Passamos a tratar nossos pais como Meu e Minha. Desde criança definimos com pronomes possessivos o que é nosso e o que é do outro.
O adjetivo que acompanha o pronome já é bastante agressivo. POSSESSIVO!
Definimos nossos brinquedos como " MEU BRINQUEDO". O problema é que existem pessoas que adaptam esse conceito de posse para com outras pessoas.
Não estou querendo explicar regras gramaticais, só estou querendo chegar num ponto simples: as pessoas não nos pertencem!
Num relacionamento afetivo-amoroso os envolvidos criam um vínculo forte e intenso, as vezes tão intenso que subtende-se que o companheiro É DELE (A)! Assim como o MEU BRINQUEDO, por exemplo....
Amar não é, repito, não é ter o outro como coisa, como posse, não é pertencer a ninguém!
Amar é despreendimento, é amar o outro sem limites mesmo sabendo que ele (a) não é seu! Não lhe pertence, e isso dá a ele (a) todo o direito de ir embora, ou simplesmente permanecer quando bem entender....
Amar é dar asas ao outro, mesmo temendo que um dia ele possa voar pra muito longe...
Ah, e vocês me perguntam: " Que diabos ela quer dizer com isso?"
Leitores, acompanhamos essa semana o caso de Eloá e seu desfecho trágico.
Eu poderia escrever um texto muito triste aqui e postar uma foto dela, mas eu deixo aqui um alerta: AMOR NÃO É POSSE! Por isso vamos amar, mas um amor despreendido!
Tenho que certeza que onde quer que ela esteja ela foi muito bem recebida e está ao lado do Pai!
Descanse em paz...
E para todos aqueles que sofrem com essa história, tenhamos fé que a morte é apenas uma separação momentânea dos corpos, mas nunca dos espíritos que se amam...
segunda-feira, 29 de setembro de 2008
Maçã e Mel

Ela tinha os olhos fixos nos próprios olhos. Um belíssimo espelho mostrava-lhe algo de mais belo: uma alma que havia sobrevivido aos piores dias de sua vida.
Faziam cinco que Yonah e Avrom estavam livres do pesadelo do holocausto.
Yonah em seus vinte e dois anos já havia passado por muita coisa.
Da familia de Yonah, restara apenas ela, assim como de Avrom. Tinham um ao outro e isso foi o que os fortaleceu o tempo todo.
Hoje, Yonah trabalhava em uma editora de livros, e Avrom era rabino. Tinham tido três filhos. A menina Raizel, de quatro anos, Caleb, de três e Miriam, a mais nova de um ano e meio.
Seus olhos verdes e expressivos haviam visto muitas coisas horríveis no campo de concentração, imagens das quais ela se esforçava dia após dia para esquecer.
Avrom lhe dava forças. Ele e seus filhos eram tudo o que ela mais amava.
" Chega de pensar nisso. Passou"
E apressada desceu as escadas da bela casa que haviam comprado com muito suor e trabalho.
Na cozinha, a velha Afra preparava um delicioso doce de maça com mel. Yonah aproximou-se.
- Hum, adoro esse seu doce Fa! Há tanto tempo não comia um assim, como o que minha mãe fazia! Obrigada por tudo Fá!
- Oh minha menina, obrigada a você por me dar a honra de viver junto dess familia linda!
Yonah sorriu, foi ver como estava a decoração. Tudo impecavel para a festa!
Avrom chegou trazendo as crianças que gritavam.
- Ima, ima, olhe o que Abba nos deu!!!
Ela sorriu vendo os brinquedos...
- São lindos crianças! Agora, vamos, Fa preparou um lanche para vocês...
A pequena Miriam ainda cambaleava um pouco para andar, mas teimava em fazer tudo sozinha.
- Venha, Fá leva você, Miriam...
- Nãnãnã...
- Deixe Fá, ela vai sozinha...
Avrom e Yonah sorriram e se abraçaram.
- Como foi o passeio?
- Foi ótimo, mas faltou você, amor!
- Ah, você não perde seu romantismo, mesmo depois de tantos anos...
- Que eu posso fazer, você me deixa assim, desperta o maior amor que há em mim!
- Avrom, eu amo você, meu bem! Sabe, hoje estive pensando em tudo que passamos pra chegar aqui, e se não fosse por você, sua coragem... Você sempre cuidou de mim, todas as vezes em que eu adoeci naquele lugar horrível, e...
- Acalme-se, minha linda... Passou, tudo bem? Já foi! E eu cuidaria de você quantas vezes fosse preciso, porque eu te amo e você é tudo pra mim! Estivemos um ao lado do outro sempre, e vamos estar assim eternamente! Você é minha companheira, minha mulher, minha amante, minha amiga, a mãe dos meus filhos... E olhe para tudo que construímos... Não teriamos chegado a lugar nenhum se não estivessemos juntos!
Ela tinha lagrimas emocionadas em seus olhos. Sabia o qunto amava Avrom e o quanto lutaram para poder ter a paz e o amor que tinham.
- Hoje é dia de festa, minha princesa! Feliz Rosh Hashaná pra nós! Que o Criador nos abençoe a todos nós!
- Que assim seja, meu amor!
quinta-feira, 25 de setembro de 2008
Tango De La Rosa

Num belissimo e requintado restaurante em Buenos Aires, Angélica e Miguel aguardavam para que o maitre os atendesse.
" Vocês tem reserva?"
" Sim, está aí meu senhor, Angélica Baville."
" Ah, senhorita Baville, mil perdões quase não a reconheci! Seu pai é um grande admirador de nosso restaurante, sempre que vem a Buenos Aires ele vem nos visitar!"
" Ah sim, por favor a melhor mesa! Queremos assistir o show de perto!"disse áspera e prepotente.
Miguel muitas vezes perguntava-se o que estava fazendo com aquela mulher que não raramente abusava de seu sobrenome e sua condição para sair por cima de todas as situações.
"Está tudo bem, Miguel?"
" Sim, querida."
Miguel levara Angélica para assistir o mais badalado show de tango de Buenos Aires. Falava-se muito de uma nova dançarina, cujo nome era Lola Hernandez. Juntamente com o show Miguel desejava pedir a mão de Angélica em casamento, embora não a amasse, o pai dela já estava fazendo muita pressão para que isso ocorresse, então, antes que ele se metesse, Miguel decidiu fazer tudo a sua maneira.
Angélica era uma mulher belíssima, herdeira de um patrimônio enorme e de um orgulho maior ainda. Sabia de sua beleza e seu dinheiro, e sentia-se acima de todas as hierarquias. Era louca de ciumes e amava Miguel, não deixaria que nada arruinasse seu amor doentio por ele.
Logo, violinos e luzes começaram a embriagar a platéia. Num feixe de luz ela surge, com uma tradicional e belissima rosa vermelha presa aos cabelos. Olhar baixo e tênue, sentindo cada nota musical em seu ser.
Ela sobe o olhar que vai de encontro a Miguel. Era como se aquele show já tivesse sido planejado por uma força maior. Ela fica parada por um segundo, e então dança apaixonantemente com o bailarino que a acompanha.
Miguel estava embriagado por Lola, e ela por ele. Todos os movimentos que ela fazia, pensava como se estivesse dançando com ele. Sem que Angélica percebesse ele fazia o mesmo.
E logo que o show de Lola terminou numa belíssima pose. Ele virou-se para Angélica e disse.
" Lhe trouxe aqui para comunicar-lhe sobre minha viagem para Londres. Ficarei algum tempo por lá, não sei quanto exatamente, não acho que seria conveniente mantermos um noivado a distância."
Angélica levantou-se furiosa, jogou uma taça de champagne na cara de Miguel.
" Você me paga!" e foi embora fuzilando ódio.
Ele esperou até que o último cliente fosse embora, e logo avistou numa mesa, sozinha, a belíssima Lola Hernandez, jantando sozinha.
" Desculpe miha petulância, mas poderia sentar-me com a senhorita?"
Ela sorriu.
" Claro."
" Desculpe-me mais uma vez, mas a senhorita deve ter recusado milhares de convites para estar jantado aqui sozinha."
" Nenhum deles valia realmente a pena." Bebeu um gole de champagne e sorriu. " O senhor tem olhos que eu conheço."
" Eu diria o mesmo. Me acompanharia por um passeio pela belissima cidade de Buenos Aires?"
" A essa hora?"
" Sim..."
Ela sorriu novamente.
" Sinto que já nos conhecemos, mas não saberia dizer se é daqui..."
" O que importa? O importante é que nós estamos aqui... Aqui e agora... Tem algo em você que me diz que tudo vale a pena..."
Ele segurou uma das mãos dela. Ela não disse nada. Ele entendeu. Apenas sorriram. Palavras não seriam necessárias. Eles se entendiam...
O começo ou a continuação de uma belíssima história de amor...

Faz algum tempo, não saberia dizer quanto, mas que não me sento com os meus velhos pergaminhos, penas e tintas, com minha velha máquina de escrever, com minha caneta tão cara para dizer-lhes dos contos que enfeitavam a minha mente.
Parei de escrevê-los e a questão é: Por quê?
Há um ano quase exatamente eu me sentava em minha escrivaninha, a luz do luar, ou observando uma bela tarde em Paris para descrever as intermináveis peripécias de minhas valentes heroínas românticas, seus belos amados e as temíveis e enciumadas vilãs que fariam de tudo para tentar arruinar o belo amor.
Ora, onde estão eles?
Não vou dizer-lhes que sumiram, que deletei-os, pois estaria mentindo. Mas nesses últimos dias sozinha com a minha imaginação eles me fizeram falta, e farei o possível para trazê-los de volta aos meus dias....
Acredito que o fato de eles estarem presentes todos os meus dias do ano de 2007 foi uma questão de desabafo. E sou lhes imensamente grata pois se não tivesse feito aqueles contos e histórias para camuflar ou demonstrar meus sentimentos talvez, a essa altura eu estivesse completamente louca e muda.
Foi um ano tenso onde muito acontecia e eu nada podia falar, mas os meus personagens, esses sim, falavam muito bonito por mim!
Agredeço a mim mesma e ao meu amor pela História pela permissão de ter transportado os meus contos as mais remotas épocas, sejam elas na Idade Média, Idade Moderna, História Antiga...
Um dos motivos de voltar a escrever meus contos é que preciso treinar minhas habilidades comunicativas, afinal se quiser ser uma boa jornalista devo começar a partir de agora!
Comprometo-me aqui em trazer de voltas meus emocionantes contos ( pelo menos para mim), mas dessa vez não por questão de desabafo, mas pelo simples e puro prazer de escrever...
Deixemos o "slogan" do outro blog de lado. Não será mais uma " Doce Terapia", mas sim, " Um Doce Prazer de Escrever..."
domingo, 21 de setembro de 2008
Simply Red - For Your Babies...♥
You've got that look again The one I hoped I had when I was a lad
Your face is just beaming
Your smile got me boasting, my pulse roller-coastering
Anyway the four winds that blow
They're gonna send me sailing home to you
Or I'll fly with the force of a rainbow
The dream of gold will be waiting in your eyes
You know I'd do most anything you want
Hey I,
I try to give you everything you need
I can see that it gets to you
I don't believe in many things
But in you I do
Her faith is amazing
The pain that she goes through contained in the hope for you
Your whole world has changed
The years spent before seem more cloudy than blue
In many ways your baby's controlling
When you haven't laid down for days
For the poor no time to be thinking
They're too busy finding ways
You know I'd do most anything you want
Hey I,
I try to give you everything you need
I'll see that it gets to you
I don't believe in many things
But in you I do
You know I'd do most anything you want
Everyday I, I try to give you everything you need
We'll always be there for you
I don't believe in many things
But in you I do
[essamúsicaépravocê]
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