"Dessa torre tão alta, onde parece que posso alcançar as estrelas, peço que elas possam iluminar o seu caminho. Peço que elas te guiem, cada vez que você se perder. Peço que elas te protejam cada vez que você sentir medo.
Peço para que elas façam tudo que eu não posso fazer.
Ver o amanhcer dessa torre é tão belo. Mas deixa tudo tão mais triste. Por que você não está aqui para ver o sol em seu espetáculo mais belo?
Cada pássaro que aqui pousa, cada borboleta que por aqui passa eu peço:
" Ei por favor, leve o meu beijo ao meu amor! Diga ele que estou aqui, mas que um dia eu estarei lá! Por favor, volte para dizer como ele está!"
E passo noites agoniando, sonhando, esperando para que qualquer um deles possa me trazer uma notícia sua.
E nada.
Às vezes me pergunto se isso me faz bem...
Mas é só lembrar do seu sorriso, das estrelas, das nossas canções e dos anjos. E minha alma se inunda de amor e lágrimas.
Eu peço ao vento que leve a você as minhas palavras de amor.
Peço a noite para que passe logo e me traga o Sol, para emudecer o meu pranto e trazer sua luz divina.
Oh Senhor, por que me provas assim?
Lá no âmago eu sei tudo que fiz para merecer esse destino, mas me dê uma chance...
Todas as princesas são felizes... e eu?
O que será de mim? Para sempre nesse torre, onde a luz do sol mal pode chegar?
Nada me resta. Apenas o amor, os pergaminhos, tinta e minha pena. Passo noites em claro, a luz de uma vela, escrevendo cartas que jamais saírão daqui. As palavras são o meu único consolo.
Sei que existe um dragão que me prende aqui, e esse maldito dragão chama-se tempo.
Mas bem sei também que no dia em que me libertarei, será esse mesmo dragão que me levará para além do Continente!
Não me resta muito a não ser beber da fonte da paciência e da resignação
Meu amor e minha fé vão me alimentar até o dia prometido...
Ao meu bravo guerreiro eu deixo essas palavras, lembrando que em cada Rosário que eu fizer, você estará presente. E cada suspiro seu, eu estarei te observando e te amando."
terça-feira, 31 de março de 2009
segunda-feira, 30 de março de 2009
1, 2, 3 e ...
Eu estou aqui parada, diante de você. Olhando você sorrir pra mim. E continuo parada, sem conseguir esboçar nenhuma reação que te convença o quão feliz eu me sinto.
Não que eu tenha dificuldades pra expressar sentimentos, aliás isso sempre foi muito fácil, ou pareceu muito fácil pra mim. Mas agora, depois de todos esses anos...
Nós estamos diferentes, e já existem linhas de expressões no seu rosto que eu não conhecia antes. Meus cabelos continuam os mesmos como você pode ver, nem meu corte eu mudei.
Você está diferente em certos aspectos, mas posso dizer que mesmo se você estivesse com a face distorcida, e sorrindo, eu te reconheceria em qualquer parte do mundo! Porque como o seu sorriso não existe!
Não só pelo fato de você ter dentes alvos e bem distribuídos, mas porque eu sei que como o seu sorriso, não há. E se eu tivesse que encontrá-lo no meio de mil pessoas, bastaria pedir a todas elas que sorrissem, e logo você surgiria no meio delas, em alto relevo, com o seu sorriso inebriante, lindo, lindo, mas tão lindo que mesmo que eu bata a cabeça e tenha uma aminésia terrível, do seu sorriso eu vou me lembrar!
Todos esses pensamentos já passaram pela minha cabeça, e ainda não consegui dizer nada.
Não sei, mas às vezes eu acho que você tem o poder de me paralizar de qualquer ação que eu possa fazer. Sei que parece idiotice, mas é incrível como eu me sinto desarmada em relação a você.
Você me olha agora, e eu te olho também. Seus olhos me dão arrepios. Eles são tão negros, que posso me ver dentro deles. E ao mesmo tempo que eles me dizem tudo, às vezes sinto que eles são um verdadeiro mistério.
Os meus olhos, eles são claros, claros como eu. Mas você sempre fala da beleza dos meus olhos, sobre a explosão que ocorre dentro deles que eu chego perto do espelho só pra conferir.
Não me olhe desse jeito.
Faz tanto tempo, mas nem parece que já foram sete anos.
E ainda que passam mil anos, eu sempre vou ter essa mesma sensação: passe o tempo que for, eu sempre vou reconhecer e conhecer você como ninguém. Basta te olhar e sentir, se você está bem, se dormiu mal.
Não preciso nem te ver, basta sentir, às vezes uma pequena intuição que não vem nem de mim, pra saber de você.
Você sabe que é assim, eu sei também.
Tudo bem, lá vou eu, e eu vou falar, e você sabe que quando começo não paro mais...
Tudo bem... 1, 2, 3 e...
" Eu te amo!"
Não que eu tenha dificuldades pra expressar sentimentos, aliás isso sempre foi muito fácil, ou pareceu muito fácil pra mim. Mas agora, depois de todos esses anos...
Nós estamos diferentes, e já existem linhas de expressões no seu rosto que eu não conhecia antes. Meus cabelos continuam os mesmos como você pode ver, nem meu corte eu mudei.
Você está diferente em certos aspectos, mas posso dizer que mesmo se você estivesse com a face distorcida, e sorrindo, eu te reconheceria em qualquer parte do mundo! Porque como o seu sorriso não existe!
Não só pelo fato de você ter dentes alvos e bem distribuídos, mas porque eu sei que como o seu sorriso, não há. E se eu tivesse que encontrá-lo no meio de mil pessoas, bastaria pedir a todas elas que sorrissem, e logo você surgiria no meio delas, em alto relevo, com o seu sorriso inebriante, lindo, lindo, mas tão lindo que mesmo que eu bata a cabeça e tenha uma aminésia terrível, do seu sorriso eu vou me lembrar!
Todos esses pensamentos já passaram pela minha cabeça, e ainda não consegui dizer nada.
Não sei, mas às vezes eu acho que você tem o poder de me paralizar de qualquer ação que eu possa fazer. Sei que parece idiotice, mas é incrível como eu me sinto desarmada em relação a você.
Você me olha agora, e eu te olho também. Seus olhos me dão arrepios. Eles são tão negros, que posso me ver dentro deles. E ao mesmo tempo que eles me dizem tudo, às vezes sinto que eles são um verdadeiro mistério.
Os meus olhos, eles são claros, claros como eu. Mas você sempre fala da beleza dos meus olhos, sobre a explosão que ocorre dentro deles que eu chego perto do espelho só pra conferir.
Não me olhe desse jeito.
Faz tanto tempo, mas nem parece que já foram sete anos.
E ainda que passam mil anos, eu sempre vou ter essa mesma sensação: passe o tempo que for, eu sempre vou reconhecer e conhecer você como ninguém. Basta te olhar e sentir, se você está bem, se dormiu mal.
Não preciso nem te ver, basta sentir, às vezes uma pequena intuição que não vem nem de mim, pra saber de você.
Você sabe que é assim, eu sei também.
Tudo bem, lá vou eu, e eu vou falar, e você sabe que quando começo não paro mais...
Tudo bem... 1, 2, 3 e...
" Eu te amo!"
domingo, 29 de março de 2009
A alegria de escrever.
Como é bom escrever!
Não saberia explicar o quão mágica me sinto quando me sento nessa cadeira bamba, frente a essa luminosa tela para deixar aqui registrados os meus devaneios, as minhas cerimônias, a dança das minhas palavras.
Eu amo o que faço, mesmo que isso ainda não me renda nenhum tostão.
Eu faço pelo simples prazer, pelo amor.
Neruda, Vinícius, Camões, Álvares de Azevedo... eles entendem o que digo.
E não apenas eles, mas qualquer um que veja na escrita, na literatura uma porta para a terceira dimensão.
Quando a gente escreve, a gente pode fazer o que quiser com as palavras. Pode inventá-las, pode misturá-las. Não só com as palavras, mas com as pessoas, com os nossos sentimentos. Pode fazer que alguém nos ame, que alguém que chora, seja feliz.
Quando a gente escreve pode escrever uma carta qualquer, só pra dizer que se ama ainda, mesmo que esteja do outro lado do Continente. E que não é e nunca será esquecido, pois o amor é tudo de mais belo que há. Quando escrevemos, temos poderes mágicos em nossas mãos.
Como é bom escrever, mesmo que não sejamos reconhecidos.
E quando somos?
Nossa, quando somos reconhecidos é demais!
Me fogem as palavras!
Não reconhecidos pela mídia. Mas por uma pessoa, por um humano qualquer, que traz a sensibiliade na alma, que se deixa envolver pelas nossas, palavras. E que dependendo delas, ri e chora, se emociona, se engrandesce, se encontra, se identifica num pequeno parágrafo.
Escrever é mágico pra mim.
É meu combustível, que faz dos meus dias ensolarados, belos e cheios de flores....
Não saberia explicar o quão mágica me sinto quando me sento nessa cadeira bamba, frente a essa luminosa tela para deixar aqui registrados os meus devaneios, as minhas cerimônias, a dança das minhas palavras.
Eu amo o que faço, mesmo que isso ainda não me renda nenhum tostão.
Eu faço pelo simples prazer, pelo amor.
Neruda, Vinícius, Camões, Álvares de Azevedo... eles entendem o que digo.
E não apenas eles, mas qualquer um que veja na escrita, na literatura uma porta para a terceira dimensão.
Quando a gente escreve, a gente pode fazer o que quiser com as palavras. Pode inventá-las, pode misturá-las. Não só com as palavras, mas com as pessoas, com os nossos sentimentos. Pode fazer que alguém nos ame, que alguém que chora, seja feliz.
Quando a gente escreve pode escrever uma carta qualquer, só pra dizer que se ama ainda, mesmo que esteja do outro lado do Continente. E que não é e nunca será esquecido, pois o amor é tudo de mais belo que há. Quando escrevemos, temos poderes mágicos em nossas mãos.
Como é bom escrever, mesmo que não sejamos reconhecidos.
E quando somos?
Nossa, quando somos reconhecidos é demais!
Me fogem as palavras!
Não reconhecidos pela mídia. Mas por uma pessoa, por um humano qualquer, que traz a sensibiliade na alma, que se deixa envolver pelas nossas, palavras. E que dependendo delas, ri e chora, se emociona, se engrandesce, se encontra, se identifica num pequeno parágrafo.
Escrever é mágico pra mim.
É meu combustível, que faz dos meus dias ensolarados, belos e cheios de flores....
sexta-feira, 27 de março de 2009
Na missa
"De que lhe vale toda a beleza, se no interior da bela fruta, jaz uma alma em putrefação, corroída pela vaidade, pelo egoísmo e toda as misérias que assolam a alma daquele que não consegue ver além do corpo, da matéria?"
Enquanto o padre falava, Eliza, ferida por tais palavras, esquivava seu olhar.
Haviam várias duquesinhas naquela missa. Todas bem vestidas, bem arrumadas. Pareciam que haviam saído direto de um baile da França. Iam na igreja por obrigação. Mas não todas, a maioria eu diria. Algumas iam de coração aberto.
O sermão do Padre Álvaro era claro e direto, ferindo o orgulho não só das mocinhas, mas de suas respectivas mães. A sociedade daquela época cheirava a coisa podre.
" E não adianta vocês fingirem que estas palavras não se adequam para vocês, minhas filhas, porque é para vocês que as pronuncio! Não sejam tolas! Olhem no íntimo de si mesmas? O que lhes vai no âmago? Só vocês podem responder, mas como podem responder se recusam-se a olhar? Por que recusam? Porque vocês sabem que suas almas está corroída, violentada pala vaidade, pelo ego, pelo poder, pela cobiça, pelo dinheiro! Não vos enganeis minhas filhas! O dinheiro e a vaidade são maus conselheiros."
Eliza, escutava por um ouvido e logo saia pelo outro. Não gostava daquele padreco! Ora, quem ele pensava que era?
Ela ia na missa para ver o diácomo.
" Eliza, você tem que abrir seu coração para o Sagrado, para Jesus!" dizia sua irmã mais nova, Aleda, que apesar da idade tinha uma mente muito a frente da mente de sua irmã.
Talvez fosse por isso que Eliza invejasse tanto Aleda. Não porque Aleda era mais bonita, afinal tinham belezas semelhantes, mas pelo fato de Aleda ser suave, serena, entregue a oração. Pelo fato de Aleda viver sorrindo e sempre ter palavras bonitas beirando-lhe os lábios.
Várias vezes sentiu ciúme de Aleda, porque sempre após a missa de domingo, ela ficava a prosear com o diácomo sobre Deus, Jesus e Santa Inês.
Aleda pensara em virar freira, o sacerdócio para ela soava como música. Mas o pai lhe negara tal desejo.
Eliza fervia de raiva. Duas flores numa mesma família, uma porém, cheia de espinhos e pragas, a outra, tão bela e livre de maldades que causava alegria em quem a olhava.
Eliza só não matara a irmã ainda, pois ela seria considerada Santa, e então o diácomo iria gostar ainda mais de Aleda. Quanta irônia!
Enquanto o padre falava, Eliza, ferida por tais palavras, esquivava seu olhar.
Haviam várias duquesinhas naquela missa. Todas bem vestidas, bem arrumadas. Pareciam que haviam saído direto de um baile da França. Iam na igreja por obrigação. Mas não todas, a maioria eu diria. Algumas iam de coração aberto.
O sermão do Padre Álvaro era claro e direto, ferindo o orgulho não só das mocinhas, mas de suas respectivas mães. A sociedade daquela época cheirava a coisa podre.
" E não adianta vocês fingirem que estas palavras não se adequam para vocês, minhas filhas, porque é para vocês que as pronuncio! Não sejam tolas! Olhem no íntimo de si mesmas? O que lhes vai no âmago? Só vocês podem responder, mas como podem responder se recusam-se a olhar? Por que recusam? Porque vocês sabem que suas almas está corroída, violentada pala vaidade, pelo ego, pelo poder, pela cobiça, pelo dinheiro! Não vos enganeis minhas filhas! O dinheiro e a vaidade são maus conselheiros."
Eliza, escutava por um ouvido e logo saia pelo outro. Não gostava daquele padreco! Ora, quem ele pensava que era?
Ela ia na missa para ver o diácomo.
" Eliza, você tem que abrir seu coração para o Sagrado, para Jesus!" dizia sua irmã mais nova, Aleda, que apesar da idade tinha uma mente muito a frente da mente de sua irmã.
Talvez fosse por isso que Eliza invejasse tanto Aleda. Não porque Aleda era mais bonita, afinal tinham belezas semelhantes, mas pelo fato de Aleda ser suave, serena, entregue a oração. Pelo fato de Aleda viver sorrindo e sempre ter palavras bonitas beirando-lhe os lábios.
Várias vezes sentiu ciúme de Aleda, porque sempre após a missa de domingo, ela ficava a prosear com o diácomo sobre Deus, Jesus e Santa Inês.
Aleda pensara em virar freira, o sacerdócio para ela soava como música. Mas o pai lhe negara tal desejo.
Eliza fervia de raiva. Duas flores numa mesma família, uma porém, cheia de espinhos e pragas, a outra, tão bela e livre de maldades que causava alegria em quem a olhava.
Eliza só não matara a irmã ainda, pois ela seria considerada Santa, e então o diácomo iria gostar ainda mais de Aleda. Quanta irônia!
quinta-feira, 26 de março de 2009
Every breath you take...
Uma sala vazia e a presença dela no ar.
No sofá não há ninguém além dele que ocupa o espaço do sofá todo, deitado, com as pernas esticadas. Seu café já havia esfriado.
Nada que queira dizer, fazer ou falar.
No momento, só existe uma pessoa capaz de falar por ele: Sting.
E lá está ele, ouvindo pela vigésima vez, pois deixara o rádio no repeat na música 8.
Por que aquela música lembrava tanto o sorriso dela?
Por que quando a ouvia, bastava fechar os olhos para vê-la e quase tocá-la?
Por que mesmo depois de tudo, não conseguira arrancá-la do coração?
Na verdade, ele sabia.
E em meio seus pensamentos Sting e o The Police diziam:
" Every breath you take, every move you make, every bond you break, every step you take, I'll be watching you...
Every single day, every word you say..."
Já que ele estava ouvindo e observando tudo que ela fazia, saberia que lá do outro lado do Continente,ela ainda o amava, e estava com seu iPOD ligado ouvindo:
" Every move you make, every vow you break, every smile you fake, I'll be watching you..."
No sofá não há ninguém além dele que ocupa o espaço do sofá todo, deitado, com as pernas esticadas. Seu café já havia esfriado.
Nada que queira dizer, fazer ou falar.
No momento, só existe uma pessoa capaz de falar por ele: Sting.
E lá está ele, ouvindo pela vigésima vez, pois deixara o rádio no repeat na música 8.
Por que aquela música lembrava tanto o sorriso dela?
Por que quando a ouvia, bastava fechar os olhos para vê-la e quase tocá-la?
Por que mesmo depois de tudo, não conseguira arrancá-la do coração?
Na verdade, ele sabia.
E em meio seus pensamentos Sting e o The Police diziam:
" Every breath you take, every move you make, every bond you break, every step you take, I'll be watching you...
Every single day, every word you say..."
Já que ele estava ouvindo e observando tudo que ela fazia, saberia que lá do outro lado do Continente,ela ainda o amava, e estava com seu iPOD ligado ouvindo:
" Every move you make, every vow you break, every smile you fake, I'll be watching you..."
quarta-feira, 25 de março de 2009
O amor é como o mar.

O amor é como o mar.
Qualquer poeta comum deve ter percebido essa semelhança fatídica, mas tão bela.
O mar é como o amor.
O amor é lindo, o mar também.
O mar é imenso, o amor também.
Mas quem nunca teve medo de entrar no mar?
Quem nunca teve medo de amar?
O amor é como o mar.
Imenso e amedrontador. O mar parece perigoso.
Quem nunca teve medo de se afogar no mar?
Quem nunca achou que fosse morrer de amar?
O mar é como o amor.
Quando há ondas enormes, que quebram na praia, avassalam, arrebentam.
Ou quando existem marolinhas, tão fracas que nem sentimos passar.
O amor é como o mar.
O mar esconde segredos que nenhum homem desvendou.
O amor é um segredo que talvez nenhum homem seja capaz de desvendar.
O amor e o mar.
E quem nunca teve vontade de colocar seu barco no mar, mil e uma aventuras enfrentar?
E quem nunca teve vontade de entrar de cabeça num amor, só pra ver onde vai dar?
O mar e o amor.
Quando olho pro mar, me lembro do amor.
E quando me lembro do amor, sinto meu coração amar.
Ah mar...
Amor...
Qualquer poeta comum deve ter percebido essa semelhança fatídica, mas tão bela.
O mar é como o amor.
O amor é lindo, o mar também.
O mar é imenso, o amor também.
Mas quem nunca teve medo de entrar no mar?
Quem nunca teve medo de amar?
O amor é como o mar.
Imenso e amedrontador. O mar parece perigoso.
Quem nunca teve medo de se afogar no mar?
Quem nunca achou que fosse morrer de amar?
O mar é como o amor.
Quando há ondas enormes, que quebram na praia, avassalam, arrebentam.
Ou quando existem marolinhas, tão fracas que nem sentimos passar.
O amor é como o mar.
O mar esconde segredos que nenhum homem desvendou.
O amor é um segredo que talvez nenhum homem seja capaz de desvendar.
O amor e o mar.
E quem nunca teve vontade de colocar seu barco no mar, mil e uma aventuras enfrentar?
E quem nunca teve vontade de entrar de cabeça num amor, só pra ver onde vai dar?
O mar e o amor.
Quando olho pro mar, me lembro do amor.
E quando me lembro do amor, sinto meu coração amar.
Ah mar...
Amor...
terça-feira, 24 de março de 2009
"Dez Coisas Que Eu Odeio Em Você"
http://www.youtube.com/watch?v=oqbBcLlKxWA
"Odeio o modo como fala comigo
E como corta o cabelo
Odeio como dirigi o meu carro
E odeio seu desmazelo
Odeio suas enormes botas de combate
E como consegue ler minha mente
Eu odeio tanto isso em você
Que até me sinto doente
Odeio como está sempre certo
E odeio quando você mente
Odeio quando me faz rir muito
Mais quando me faz chorar...
Odeio quando não está por perto
E o fato de não me ligar
Mas eu odeio principalmente
Não conseguir te odiar
Nem um pouco
Nem mesmo por um segundo
Nem mesmo só por te odiar"
"Odeio o modo como fala comigo
E como corta o cabelo
Odeio como dirigi o meu carro
E odeio seu desmazelo
Odeio suas enormes botas de combate
E como consegue ler minha mente
Eu odeio tanto isso em você
Que até me sinto doente
Odeio como está sempre certo
E odeio quando você mente
Odeio quando me faz rir muito
Mais quando me faz chorar...
Odeio quando não está por perto
E o fato de não me ligar
Mas eu odeio principalmente
Não conseguir te odiar
Nem um pouco
Nem mesmo por um segundo
Nem mesmo só por te odiar"
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